27 27UTC setembro 27UTC 2009
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Poesia, arte, magia, circo, teatro mágico… esse grupo que me encanta a cada canção nova, é simplesmente fantástico!.
O Teatro Mágico foi criado por Fernando Anitelli, ator, músico e compositor das canções do show. A trupe que o acompanha, foi formada em dezembro de 2003 por amigos e artistas que acreditaram no projeto. De forma independente, sem apoio de gravadora ou campanhas midiáticas, já alcançaram números que muitas bandas “consagradas” não conseguiram ainda. O boca a boca e a Internet foram fundamentais na divulgação do trabalho, cada vez mais conhecido e respeitado, se consolidando como uma das bandas mais importantes da cena independente do Brasil.
Em 6 anos de história, foram mais de 500 shows realizados, média de 1.000 pessoas por apresentação, dois álbuns de estúdio lançados, Entrada para Raros e O Segundo Ato, com mais de 26.000 discos vendidos e um DVD Entrada para Raros – Ao Vivo.
Inspiradas nas obras de Hermann Hesse, escritor alemão ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, as composições tratam dos personagens que as pessoas precisam assumir nas diversas situações do cotidiano. As canções vão sendo intercaladas pelo traçado tecnológico de ruídos telefônicos, sinais de rádio e mensagens de voz. Os integrantes da trupe se apresentam maquiados e vestidos de palhaço, que trazem a idéia do “personagem interno” escondido em cada um de nós.
Apesar de envolver várias expressões artísticas, a linguagem musical e cênica é popular e acessível para todo tipo de público, independente de idade e classe social.
27 27UTC setembro 27UTC 2009
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Hoje eu posto aqui uma música da banda de Indie Rock Guillemots, a banda é formada por um inglês(o cantor e compositor Fyfe Dangerfied), um escocês (Greig Stewart, que toca bateria e é percussionista), uma canadense(a baixista Aristazabal Hawkes ), e para delírio da nação brasileira, o guitarrista é brasileiro(MC Lord Magrão). Essa misturéba toda de nacionalidades da banda de Fyfe se dá ao fato dele ter ido para Londres, saindo assim da sua cidade natal Birmingham, na Inglaterra.
Aqui está uma foto da banda, magrão é o primeiro à direita da foto:
20 20UTC setembro 20UTC 2009
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Em mais um post no dia de hoje, que está sendo muito produtivo por sinal. Deixo aqui uma música americana e muito tocada na Irlanda, retrata muito bem o estilo, ritmo e jeito de cantar irlandês.
A canção entitulada THE GALWAY GIRL, conta a história de como foi conhecer uma garota de Galway, e amanhecer sozinho hehe o ritmo é desconsertante, no bom sentindo, claro.
Stephen “Steve” Fain Earle é um cantor e compositor americano bem conhecido por suas músicas rock e country, assim como suas visões políticas. Ele também é escritor, um ativista político e tem escrito e dirigido peças. Em seu início de carreira, ele era visto como um salvador da música country e aclamado por alguns como o “novo Bruce Springsteen”. Na parte posterior de sua carreira, após ter problemas com a lei, toxicodependência e seus intransigentes pontos de vista, ele se ficou conhecido como “o trovador hardcore”. Galway é uma cidade da Irlanda. Abraço e espero que gostem. Até o próximo postMusic.
Letra:
Well, I took a stroll on the old long walk
Of a day -I-ay-I-ay
I met a little girl and we stopped to talk
Of a fine soft day -I-ay-I-ay
And I ask you, friend, what’s a fella to do
‘Cause her hair was black and her eyes were blue
And I knew right then I’d be takin’ a whirl
‘Round the Salthill Prom with a Galway girl
We were halfway there when the rain came down
Of a day -I-ay-I-ay
And she asked me up to her flat downtown
Of a fine soft day -I-ay-I-ay
And I ask you, friend, what’s a fella to do
‘Cause her hair was black and her eyes were blue
So I took her hand and I gave her a twirl
And I lost my heart to a Galway girl
When I woke up I was all alone
With a broken heart and a ticket home
And I ask you now, tell me what would you do
If her hair was black and her eyes were blue
I’ve traveled around I’ve been all over this world
Boys I ain’t never seen nothin’ like a Galway girl
Tradução:
Bem, eu estava de passeio na velha calçada
em um dia
Eu encontrei uma pequena garota e paramos pra
conversar
em um dia calmo
E eu te pergunto amigo, o que você iria fazer
porque o cabelo dela era preto e os olhos dela azuis.
E eu sabia exatamente que eu estava dando uma volta
Em torno do baile de Salthill com a garota de Galway
Nos estavamos na metade do caminho quando a chuva
caiu
Em um dia
E ela me convidou pra ir até o apartamento dela no centro da cidade
em um belo dia
E eu te pergunto amigo, o que você iria fazer
porque o cabelo dela era preto e os olhos dela azuis
Então eu peguei a mão dela e dei nela uma volta
e eu perdi meu coração para uma garota de Galway
quando eu acordei eu estava sozinho
com o coração partido e uma passagem para casa
e eu te pergunto agora, o que você iria fazer
Se o cabelo dela era preto e os olhos dela azuis
Eu tenho viajado…Eu já estiva em todo o mundo
Meninos, eu nunca vi nada como a garota de Galway
20 20UTC setembro 20UTC 2009
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Damien sem dúvida é meu cantor preferido de folk, ele e Jeff Buckley são sem dúvida inspiração para qualquer músico, como eu, ele é irlandês. Ficou muito conhecido pela trilha do filme CLOSER. A música é melancólica, e ela diz o que muitas vezes calamos, é isso aí ….
A liberdade de Rice e sua relação com a natureza são características do músico desde sua infância. Ainda menino, por volta dos seis anos, quando saía para pescar no rio próximo à sua casa, Damien observava a natureza, realizava comparações e registrava as alterações que percebia então. Essa preocupação com o ambiente e o modo de vida que acabou assumindo devido ao sucesso crescente, geraram conflitos que ele precisava resolver. Em março de 1999, Damien Rice deixou tudo para trás mudou-se para a Toscana, na Itália, vivendo de maneira simples e viajando pela Europa tocando e cantando nas ruas e estações de trem, onde conseguia dinheiro para se manter. No ano seguinte, ele voltou para Dublin, com ânimo revigorado e repleto de idéias novas. Juntou-se, então, a um grupo de músicos (Lisa Hannigan, que compartilha os vocais com ele; Vyvienne Long, que toca piano e violoncelo; Shane Fitzsimons no baixo; e Tomo na percussão), e lançou, em meados de 2002, seu primeiro álbum: “O”. O CD foi gravado em um estúdio caseiro, com poucos instrumentos devido ao pequeno orçamento – o que justifica o tom acústico que o disco adquiriu. O cantor admite que esperava que o CD não vendesse mais que mil unidades – o que explica a sua surpresa pelo fato de “O” ter batido a marca de 2 milhões de álbuns vendidos. Em 2007, Damien Rice e Lisa Hannigan deixaram de trabalhar em conjunto, seguindo cada um o seu caminho profissional. O cantor divulgou uma nota de esclarecimento informando que Lisa não estaria mais presente nos próximos shows, o que foi publicado na imprensa e pode ser encontrado no arquivo do site oficial de Lisa. Damien já passou pelo Brasil, no começo do ano, inclusive, foi por Florianópolis, não acredito que eu sendo Blumenauense não fui nesse show, Damien fez um show BENEFICENTE, Damien Rice decidiu doar seu cachê à uma entidade e convocar Seu Jorge para participar da apresentação.
Aqui fica registrado uma música em destaque , cujo o nome é “Eskimo”, não vou dizer que é a que mais gosto, pois gosto de todas! Porém vou destacar ela hoje, pois é pouco conhecida.
Letra:
Tiredness fuels empty thoughts
I find myself disposed
Brightness fills empty space
In search of inspiration
Harder now with higher speed
Washing in on top of me
So I look to my eskimo friend
I look to my eskimo friend
I look to my eskimo friend
When I’m down, down, down.
Rain it wets muddy roads
I find myself exposed
Tapping doors, but irritate
In search of destination
Harder now with higher speed
Washing in on top of me
So I look to my eskimo friend
I look to my eskimo friend
I look to my eskimo friend
When I’m down, down, down.
When I’m down, down, down.
When I’m down, down, down.
Tradução:
O cansaço abastece pensamentos vazios
Encontro-me disposto
A claridade preenche o espaço vazio
Em busca de inspiração
Mais difícil agora com velocidade maior
Lavando-me por cima
Então eu olho para o meu amigo esquimó
Eu olho para o meu amigo esquimó
Eu olho para o meu amigo esquimó
Quando estou me sentindo pra baixo, baixo, baixo
A chuva molha estradas lamacentas
Encontro-me exposto
Batendo em portas, mas irritado
Em busca de um destino
Mais difícil agora que a velocidade é maior
Lavando-me por cima
Então eu olho para o meu amigo esquimó
Eu olho para o meu amigo esquimó
Eu olho para o meu amigo esquimó
Quando estou me sentindo pra baixo, baixo, baixo
Quando estou me sentindo pra baixo, baixo, baixo
Quando estou me sentindo pra baixo, baixo, baixo
20 20UTC setembro 20UTC 2009
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Hoje deixo uma música do grupo mexicano Maná. Cada vez mais gosto desse grupo que para mim “és mi religión”.A música a seguir, segundo contam, narra a história real de uma mulher que ficou louca ao esperar seu amor retornar do mar. Dizem que o homem pelo qual “la loca del muelle de San Blas”; (a louca do Porto de São Braz) era apaixonada embarcou numa viagem ao mar, não se sabe ao certo se ele era marinheiro ou pescador, o que se sabe é que ao despedir-se, ela jurou esperar por ele no porto. E todo dia ela passava o dia inteiro sentada, esperando seu amor voltar do mar. Ela envelheceu (“su cabello se blanqueó”), ele não voltava e todos os dias ela ficava sentada esperando por ele, incansavelmente. Até que um dia tentaram levá-la de lá para um manicômio e não conseguiram. Ninguém conseguiu arrancá-la do porto – nem de sua espera.
Letra:
Ella despidió a su amor
Él partió en un barco en el muelle de San Blas
él juró que volvería
y empapada en llanto ella juró que esperaría
miles de lunas pasaron
y siempre ella estaba en el muelle
esperando
Muchas tardes se anidaron
se anidaron en su pelo
y en sus labios
Llevaba el mismo vestido
y por si el volviera no se fuera a equivocar
los cangrejos le mordían
su ropaje, su tristesa y su ilusión
y el tiempo se escurrió
y sus ojos se le llenaron de amaneceres
y del mar se enamoró
y su cuerpo se enraizó
en el muelle
Sola
sola en el olvido
sola
sola con su espíritu
sola
sola con su amor en mar
solaaaaaaaa
en el muelle de San Blas
Su cabello se blanqueó
pero ningún barco a su amor le devolvía
y en el pueblo le decían
le decían la loca del muelle de San Blas
y una tarde de abril
la intentaron trasladar al manicomio
nadie la pudo arrancar
Y del mar nunca, jamás la separaron
Sola
sola en el olvido
sola
sola con su espíritu
sola
sola con su amor el mar
solaaaaaaaa
en el muelle de San Blas
Sola
Sola en el olvido
Sola
Sola con su espíritu
Solaaa
Sola con el sol y el mar
Sola
sola en el olvido
sola
sola con su espíritu
sola
sola con su amor el mar
solaaaaaaaa
en el muelle de San Blas
Se quedó
Se quedó
Sola, sola
Se quedó
Se quedó
con el sol y con el mar
Se quedó ahí
Se quedó hasta el fin
se quedó ahí
se quedó en el muelle de San Blas
Sola, sola, sola
Tradução:
Ela se despediu do seu amor, ele partiu em
um barco no cais de San Blas
Ele jurou que voltaria e mergulhada em pranto,
ela jurou que esperaria
Mil luas se passaram, e sempre ela estava
no cais esperando. Muitas tardes se aninharam,
se aninharam em seu cabelo e em seus lábios
Usava o mesmo vestido, e ele voltaria
não ia se equivocar
Os caranguejos lhe mordiam, sua forma,
sua tristeza e sua ilusão
E o tempo se escorreu, e seus olhos se
encheram de amanheceres
E pelo mar se apaixonou, e seu corpo
se enraizou no cais
Sozinha, sozinha no esquecimento
Sozinha, sozinha com seu espírito
Sozinha, sozinha com seu amor o mar
Sozinha, no cais de San Blas
Seu cabelo se branqueou, mas nenhum barco
lhe devolvia seu amor. E no povoado diziam,
diziam que era a louca do cais de San Blas
E numa tarde de abril tentaram levá-la ao manicômio
Ninguém a pode arrancar e do mar nunca,
jamais a separaram
Sozinha, sozinha no esquecimento
Sozinha, sozinha com seu espírito
Sozinha, sozinha com o sol e o mar
Sozinha, oh sozinha, sozinha, sozinha
no esquecimento
Sozinha, sozinha com seu espírito
Sozinha, sozinha com seu amor o mar
Sozinha, no cais de San Blas
Ela ficou, ela ficou, sozinha, sozinha
Ela ficou, ela ficou, com o sol e com o mar
Ela ficou aí, ela ficou até o fim
Ela ficou aí, ela ficou no cais de San Blas
Sozinha, ela ficou sozinha